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sábado, 20 de janeiro de 2018

PRECE DO PERDÃO






O perdão é uma graça que Deus dá a todos os que a buscam de coração sincero.



Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


Deus, Pai de amor e bondade, que em Sua infinita misericórdia acolhe todos os que se aproximam de Vós com o coração arrependido, acolhei meu pedido de perdão por tantas faltas cometidas contra Ti e meus irmãos.


Senhor Jesus Cristo, Mestre da ternura e do amor, que devolveu a vida em plenitude a tantos homens e mulheres imersos no pecado e caminhantes das trevas, conduzi-me nos caminhos do perdão e fortalecei minha alma para que eu tenha a humildade de pedir perdão e a misericórdia de saber perdoar.


Espírito Santo, Consolador da alma, Advogado dos justos e Paráclito do amor, inspirai em meu coração gestos de bondade e ternura, que devolvam aos corações angustiados a beleza do perdão e as graças da reconciliação.
Amém.


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

SÃO TOMÉ DAS LETRAS


Imagem de dentro da gruta


Resolvi fazer esta postagem por que minha filha foi a esta bendita cidade. Eu quando soube do nome da cidade, corri na internet em busca da história deste santo para colocar aqui, mas descobri que o querido São Tomé, que tanto conhecemos, é o mesmo de São Tomé das Letras. Então em pesquisas descobri a história que deu origem a este nome da cidade que antes era Serra das Letras.


A notícia que se tem na memória a respeito da fundação de São Thomé das Letras, é que esta cidade nos primeiros tempos era conhecida como Serra das Letras, antigo caminho para as lavras de Minas Gerais.
O fundador, foi João Francisco Junqueira, que nasceu em Portugal, arcebispado de Braga e se radicou definitivamente na Fazenda Campo Alegre, ali viveu por muito tempo. Casou-se com Helena Maria do Espírito Santo, faleceu em 1799, sendo enterrado debaixo do altar da igreja matriz de São Thomé das Letras. Do seu casamento nasceram 11 filhos: Helena Primeira e Helena Segunda (gêmeas) que faleceram ainda em tenra idade, Francisco e Mariana, esta última faleceu ainda menina. O primeiro João Francisco Filho ( capitão), que herdou a Fazenda do Favacho. O segundo foi Francisco Antônio Junqueira, que foi padre e herdou a Fazenda do Jardim. A terceira foi Maria Francisca da Encarnação Junqueira, que herdou a Fazenda Santo Inácio. O quarto foi José Francisco Junqueira, que herdou a Fazenda da Bela Cruz. A quinta foi Ana Cândida de Jesus. A sexta Genoveva Junqueira e o sétimo Gabriel Francisco Junqueira, que herdou a sede da Fazenda Campo Alegre.
Gabriel Francisco Junqueira era um autodidata e possuía uma boa cultura, andava impecavelmente bem vestido, e muito bem barbeado, e com a sua fulgurante inteligência e ideais avançados, por influência política de seu pai, tornou-se chefe de um prestigioso grupo político.
A gruta ao lado da Igreja Matriz foi o local responsável pela origem do nome da cidade. Esta narrativa me foi feita há uns trinta anos atrás, por um membro da família Junqueira, que há pouco tempo veio a falecer e que de maneira alguma quis ser citado. Conta o seguinte:

"Em meados do século XVIII, João Francisco Junqueira, patriarca da família Junqueira no Brasil e proprietário de uma grande fazenda (a ‘Campo Alegre’), possuía numerosos escravos dos quais João Antão era seu escravo predileto, muito dedicado aos familiares de João Francisco. Era aquele escravo que fazia os trabalhos pesados dentro da fazenda. Viviam também naquela fazenda duas de suas irmãs, Anna Cândida e uma outra a qual não se lembrava do nome. Conta que João Antão, às escondidas, mantinha um romance com essa tal de Anna, que já era de meia idade. João Francisco Junqueira, foi informado por uma escrava, ciumenta daquele colóquio amoroso, o que na época era impossível, mandando o capataz matar João Antão. Anna que estava em uma das dependências da casa, ouviu a ordem , rapidamente mandou avisar seu amado do perigo que o ameaçava, aconselhando-o a fugir.

Assim ele fez, vindo refugiar-se na gruta . Muitos anos se passaram, quando certo dia apareceu a João Antão um senhor bem vestido e de maneiras finas e que com ele uma grande amizade criou. Depois de João Antão lhe ter contado o porquê de sua fuga, o senhor escreveu uma carta e lhe entregou dizendo:
"Entregue esta carta ao seu amo, que ele te perdoará." Assim o escravo fez. Ao chegar à fazenda, foi reconhecido e preso, sendo levado à presença do fazendeiro. Mas quando João Francisco Junqueira leu a carta, ficou impressionado, pois escrever bem naquela época era uma coisa muito difícil, principalmente um português clássico.
Formou-se uma comitiva que juntamente com o escravo foram até a gruta, que ficava distante da fazenda uns trinta quilômetros. Quando chegaram na gruta não havia ninguém, apenas em um canto da gruta uma belíssima imagem de São Tomé apóstolo, esculpida em madeira.
Claro que existem muitas lendas, mas esta é  a única que foi transmitida por um membro da família Junqueira para um historiador, portanto relato feito de um praticamente segredo de família, que sempre tentou esconder o amor de uma Junqueira por um escravo.

Fonte: Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, especialmente do Brazil", por Bernardo da Silva Ramos, página 107 - segundo volume.


Gruta de São Tomé das Letras

Pinturas Rupestres São Tomé das Letras

Igreja de Pedras

Todos que visitam São Tomé das Letras, sentem as energias muito fortes e quem já foi em Machu Picchu no Peru afirma que as energias das duas cidades são muito parecidas.

Abaixo o link que os levarão à fonte desta postagem e a lindas imagens deste lugar mágico.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

VIDA E ORAÇÃO DE SÃO GERMANO DE PARIS



28-05


Nascer e prosseguir vivendo não foram tarefas fáceis para Germano. 

Ele veio ao mundo na cidade de Autun, França, no ano 496. Diz a tradição que sua mãe não o desejava, por isso tentou abortá-lo, mas não conseguiu. 

Quando o menino atingiu a infância, ela atentou novamente contra a vida dele, tentando envenená-lo, mas também foi em vão. 

Acredita-se que ele pertencia a uma família burguesa e rica, pois, depois disso, foi criado por um primo, bem mais velho, ermitão, chamado Escapilão, que o fez prosseguir os estudos em Avalon. Germano, com certeza, viveu como ermitão durante quinze anos, ao lado desse parente, em Lazy, aprendendo a doutrina de Cristo. 

Decorrido esse tempo, em 531 ele foi chamado pelo bispo de Autun para trabalhar ao seu lado, sendo ordenado diácono, e três anos depois, sacerdote. Quando o bispo morreu, seu sucessor entregou a direção do mosteiro de São Sinforiano a Germano, que pela decadência ali reinante o supervisionava com certa dificuldade. Acabou deixando o posto por intrigas e pela austeridade que desejava impor às regras da comunidade. 

Foi, então, para Paris, onde, pelos seus dons, principalmente o do conselho, ganhou a estima do rei Childeberto, que apreciava a sua sensatez. Em 536, o rei o convidou a ocupar o bispado de Paris, e Germano aceitou, exercendo grande influência na corte merovíngia. 

Nessa época, o rei Childeberto ficou gravemente enfermo, sendo curado com as orações do bispo Germano. Como agradecimento, mandou construir uma grande igreja e, bem próximo, um grande convento, que mais tarde se tornou o famoso Seminário de Paris, centro avançado de estudo eclesiástico e de vida monástica. 

Germano participou, ainda, de alguns importantes acontecimentos da Igreja da França: do concilio de Tours, em 567, e dos concílios de Paris, inclusive o de 573, e a consagração do bispo Félix de Bourges em 570. 



Entrementes não eram apenas os nobres que o respeitavam, ele era amado pelo povo pobre da diocese. Germano era pródigo em caridade e esmolas, dedicando ao seu rebanho um amor incondicional.


Frequentemente, era visto apenas com sua túnica, pois o restante das roupas vestira um pobre; ficava feliz por sentir frio, mas tendo a certeza de que o pobre estava aquecido. Quando nada mais lhe restava, permanecia sentado, triste e inquieto, com fisionomia mais grave e conversação mais severa. 


Assim viveu o bispo Germano de Paris, até morrer no dia 28 de maio de 576. Logo os milagres e graças começaram a acontecer e o seu culto foi autorizado pela Igreja, mantendo a data de sua morte para a celebração. Suas relíquias se encontram na majestosa igreja de São Germano de Paris, uma das mais belas construções da cidade. 


ORAÇÃO A SÃO GERMANO 


Ó Deus, que aos vossos pastores associaste São Germano de Paris, animado de ardente caridade e da fé que vence o mundo, daí-nos, por sua intercessão, perseverar na caridade e na fé, para participarmos de sua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. 


Que assim seja Amém



ORAÇÃO II 


Deus, nosso Pai, a exemplo de São Germano, inspirai-nos 
 a verdadeira e autêntica caridade para com nossos irmãos. Que as palavras de São Paulo sirvam de guia e inspirem nossas ações: "Que o vosso amor seja sem hipocrisia, detestando o mal e apegados ao bem; com amor fraterno, tendo carinho uns para com os outros, cada um considerando o outro como mais digno de estima. Sede diligente, sem preguiça, fervorosos de espírito, servindo ao Senhor, alegrando-vos na esperança, esperando na tribulação, assíduos na oração, tomando parte nas necessidades dos santos, buscando proporcionar a hospitalidade". 

Que assim seja Amém




FONTE:WIKIPÉDIA